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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

RAHAB – A MULHER QUE ESCOLHEU A VIDA – continuação 2.

Não creio que Deus necessitasse de Rahab para conquistar Jericó, ao contrário, creio que Deus sabia que em Jericó havia uma mulher que ainda sendo pecadora, havia ouvido falar d’Êle, e começou a desejar saber mais d’Êle, desejou conhecer-Lhe mais, começou a teme-Lhe em seu coração. Então, Deus em Sua grande misericórdia e amor, enviou uns espias a Jericó, e assim pode salvar não somente uma mulher mas toda uma família.

“Eis que, quando nós entrarmos na terra, atarás este cordão de fio de escarlata à janela por onde nos fizeste descer; e recolherás em casa contigo a teu pai, e a tua mãe, e a teus irmãos e a toda a família de teu pai.
Será, pois, que qualquer que sair fora da porta da tua casa, o seu sangue será sobre a sua cabeça, e nós seremos inocentes; mas qualquer que estiver contigo, em casa, o seu sangue seja sobre a nossa cabeça, se alguém nele puser mão.”
(Josué 2:18-19)

É interessante observar, que o fio que Rahab deveria colocar em sua janela era escarlate. Representando o sangue de Jesus que nos livra das garras do inimigo.
Necessitamos estar debaixo da proteção do “sangue de Jesus”.

É interessante também observar ainda, que quando a salvação chega a uma pessoa alcança a toda uma família.
E eles disseram: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.” (Atos 16:31)

Jesus é o Caminho que permite que o homem possa atravessar a Potestade das trevas e chegar ao Reino da Luz.
Enquanto o homem não soluciona este conflito ele está carregando uma parte de si que está morta.

“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados.” (Efésios 2:1)

Por esta condição a vida pode ser uma grande carga ou um grande peso, que se quer tirar de cima.
A vida pode ser um grande vazio que se quer encher com as mais diferentes coisas. Como disse o filósofo “O homem tem um vazio do tamanho de Deus.” Por mais que queira enche-lo com diversão, trabalho, conhecimentos, sexo, droga, música, comida....não se consegue, porque só Deus o pode preencher.
A este conflito os filósofos o chamam “conflito existencial”.
A este conflito uma Escola de Psicologia – Psicanálise de Lacan – o chama Desejo : o desejo inalcançável.

Mas a Palavra de Deus diz que esta carga se pode tirar, pois o espírito que está morto pode ser revivido pela entrada do Espírito Santo em nossa vida, o qual enche o vazio, dá vida e Vida Eterna.
“Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra.” (Salmo 104:30)

Se você que está lendo, ainda não tem este conflito existencial resolvido, pode te-lo agora.

“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3:20)


“Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.”
(Romanos 10:9-10)

Com esta decisão pessoal, nós determinamos quem será o Senhor de nossa vida: se o diabo ou se Deus.


Porque não nos enganemos: ou servimos a Deus ou ao inimigo de Deus.

Porém, nós que já somos salvos, podemos dizer: “eu já tenho este conflito resolvido”.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A criança e a morte.


Como a morte de uma pessoa querida pode afetar no desenvolvimento de uma criança?
A morte de uma pessoa querida é uma das maiores perdas que um ser humano pode receber, e as perdas são uma das causas da depressão. E a depressão pode afetar o desenvolvimento de uma pessoa.
A morte de uma pessoa querida pode afetar a FÉ, a confiança em Deus e a criança pode desenvolver um profundo ressentimento contra Deus que levou a pessoa amada, principalmente quando se trata do pai ou da mãe.
Mas também, a morte pode afetar sua confiança na pessoa amada que morreu – “se ela me deixou é porque não me ama”.
Ainda a morte de um ser querido, pode afetar a sua autoestima: “Eu não sou importante, se eu fosse importante, papai, mamãe... não teria me deixado...”

Com esses pensamentos, ficam afetados os fundamentos de um desenvolvimento sadio:
-Fé em Deus,
-Confiança nas pessoas amadas,
-Autoestima, amor próprio.
Quando faltam estes alicerces, com certeza o desenvolvimento de uma criança será afetado a todos os níveis: espiritual, emocional e até físico.
Mas a morte de um ser querido, não tem porque necessariamente, afetar o desenvolvimento da criança.

O que faz a diferença?
O que afeta são os pensamentos resultantes dessa perda.
Gosto de dizer que “o que nos acontece é neutro”, i.é., não tem porque nos afetar. Mas a interpretação dos fatos, os pensamentos resultantes dos acontecimentos, estes sim nos afetam para bem ou para mal.
Um repórter fez uma entrevista com 2 irmãos:
-o bêbado, mendigo, quando interrogado sobre a causa de estar naquela situação, ele respondeu: “com o pai que tive, um bêbado que me maltratava, eu não poderia ser outra coisa”.
-O irmão bem sucedido, importante, ao ser interrogado pelo repórter sobre a razão de seu êxito, ele respondeu: “Com o pai bêbado que eu tinha, eu tive que me esforçar, lutar para ser alguém e não ser igual a ele. Tive que vencer!”

É isso o que acontece em uma família, em uma comunidade. O mesmo acontecimento afeta diferencialmente as pessoas. PORQUE? Por causa da Interpretação Individual dos fatos.
Isto nos mostra que podemos ter muito mais controle sobre os fatos que nos acontecem do que imaginamos.
Precisamos nos TREINAR na ARTE de pensar construtivamente.

Há 2 conselhos na Bíblia que muito me impactaram:
-Filpenses 4:6-8 – “Não andeis ansiosos, por causa alguma, mas em tudo, pela oração e pela súplica, com ações de graças, sejam conhecidas as nossas petições diante de Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus. Quanto ao mais, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, justo, puro, amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor nisso PENSAI.”
-Provérbios 23:7 – “Somos o que pensamos”.

Nós podemos nos programar a ser pessoas de êxito, pessoas vitoriosas, saudáveis, simplesmente cuidando do que pensamos.
Dr. Pedro Bosque, médico catedrático de Neuroanatomia da Fac. de Medicina em Valladolid, Espanha, num curso de doutorado sobre Mente e Cérebro disse: “A mente cria o cérebro.”
As crises ou nos quebram, nos afastam de Deus e nos tornam pessoas piores; ou nos quebrantam, nos aproximam de Deus e nos tornam pessoas melhores, mais fortes, mais maduras, mais humanas.








Por Dra. Diná Portela de Oliveira Lima de Aguiar