Autoestima
“Determine que algo pode e deve ser feito: então você achará o caminho para fazê- lo." - Abraham Lincoln -
“A autoestima representa o quanto eu me amo, o quanto eu me gosto e para o Dr. Gonzálo Musito Ochoa será a culminação de todo esse processo.” (Diná P.O.L.Aguiar, p.53)
“É importante diferenciar o “Eu” dentro da personalidade do indivíduo, do “conceito do eu” (autoconceito), e do construto autoestima. ...
Adler vê no sentimento de inferioridade, resultante de enfermidades orgânicas e defeitos físicos, a maior ameaça para a autoestima. (Fadiman,J. e Frager,R., pp.71-83) ...
Fromm crê que situações de isolamento social são prejudiciais para a autoestima.(E.Fromm,pp.122-128)
... A autoestima é a reputação que adquirimos com respeito a nós mesmos.
Autoestima = autoconfiança + autorrespeito.
... Autoestima, segundo o Senhor Deus é a medida do amor ao próximo:
Amarás ao próximo como a ti mesmo! (Levítico 19:18)
Quem não se aceita, não se respeita, não se ama, ... não pode amar ao próximo!
A autoestima será o clímax de todo este processo: Quanto mais respeito tivermos por nós mesmos, mais seremos capazes de amar a Deus, de nos amar e de amar o próximo. Então estaremos cumprindo a Lei de Deus!
Autoestima é uma experiência íntima, é o que penso e sinto sobre mim mesmo. Desenvolver a autoestima é procurar a felicidade.
Felicidade interior é essa satisfação consigo mesmo que nos leva a ser vitoriosos!
Há um limite entre a influência do meio ambiente ( pai, mãe, irmãos, professor, psicólogo, líder espiritual, amigos) e o livre arbítrio.
Por mais que todos nos queiram ajudar, só eu posso tomar o controle da minha vida.” (Diná P.OL.Aguair, pp. 54-55)
“Há um limite entre a ajuda que eu posso receber e o que eu tenho que FAZER! ...
Arrogância, egocentrismo, narcisismo, alcançar poder às custas dos demais, isto não é autoestima positiva, saudável. Ao contrário, quem tem elevada autoestima, tratará o próximo com dignidade, com respeito, com bondade, com empatia.” (Vitória no Sofrimento, pp.56-57)
Quem sou eu
Mostrando postagens com marcador Autoestima. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Autoestima. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 7 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Desenvolvendo a autoestima - 5° Passo
Autorrespeito
“A felicidade não consiste em ter o que se quer. Mas em querer o que se tem.”- Jean Paul Sartre -
O autorespeito será o resultado do caminho que seguirmos.
Se escolhermos o caminho da não aceitação ou da autoaceitação negativa, não teremos respeito próprio.
Não tentaremos um vestibular para entrar na faculdade, “porque eu não passaria”...
Não buscaremos um melhor emprego, “porque eu não seria capaz”...
Não posso ter um melhor relacionamento com pessoas de melhor nível social ou intelectual, “porque não é o meu ambiente”...
Se não aceitamos o nosso corpo o caminho será anorexia nervosa, bulimia, dietas suicidas, isolamento social ...
Se escolhermos o caminho da autoaceitação positiva, o resultado natural será o autorrespeito.
Terei respeito por minha pessoa, pois saberei que sou um filho de Deus, criado a Sua imagem e semelhança.
Consciente das minhas fraquezas trabalharei para vencê-las, procurarei ajuda se necessário.
Consciente das minhas potencialidades, me proporei metas específicas a curto, médio e longo prazo, para alcançar meus sonhos.
Não desanimarei com as dificuldades do caminho. Cada crise será uma oportunidade de crescimento.
Lutarei, enfrentarei as dificuldades.
Caminharei confiantemente seguro da vitória. ...
As pessoas são o que não querem e estão onde não gostam porque não imaginaram onde queriam estar e ser." (Vitória no Sofrimento, Diná P.O.L.Aguiar, p.52)
“A felicidade não consiste em ter o que se quer. Mas em querer o que se tem.”- Jean Paul Sartre -
O autorespeito será o resultado do caminho que seguirmos.
Se escolhermos o caminho da não aceitação ou da autoaceitação negativa, não teremos respeito próprio.
Não tentaremos um vestibular para entrar na faculdade, “porque eu não passaria”...
Não buscaremos um melhor emprego, “porque eu não seria capaz”...
Não posso ter um melhor relacionamento com pessoas de melhor nível social ou intelectual, “porque não é o meu ambiente”...
Se não aceitamos o nosso corpo o caminho será anorexia nervosa, bulimia, dietas suicidas, isolamento social ...
Se escolhermos o caminho da autoaceitação positiva, o resultado natural será o autorrespeito.
Terei respeito por minha pessoa, pois saberei que sou um filho de Deus, criado a Sua imagem e semelhança.
Consciente das minhas fraquezas trabalharei para vencê-las, procurarei ajuda se necessário.
Consciente das minhas potencialidades, me proporei metas específicas a curto, médio e longo prazo, para alcançar meus sonhos.
Não desanimarei com as dificuldades do caminho. Cada crise será uma oportunidade de crescimento.
Lutarei, enfrentarei as dificuldades.
Caminharei confiantemente seguro da vitória. ...
As pessoas são o que não querem e estão onde não gostam porque não imaginaram onde queriam estar e ser." (Vitória no Sofrimento, Diná P.O.L.Aguiar, p.52)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Desenvolvendo a autoestima - 4° Passo

“Não podemos dar o que não possuímos. Somente quando aceitamos a nós mesmos podemos nos tornar verdadeiramente abnegado e desprendidos de nós mesmos.” - Herman Herse
“Na construção da autoestima, o quarto passo é a autoaceitação, que é um passo decisivo.
Até aqui tomamos conhecimento de quem somos. Tanto nossas virtudes quanto nossos defeitos podem nos assustar. Nossos defeitos nos falam de nossa incapacidade. Nossas virtudes e potencialidades nos falam de nossa responsabilidade.” (Diná P.O.L.Aguiar, p.46)
“Autoaceitação não significa necessariamente gostar do que tomamos conhecimento. Autoaceitação significa reconhecer a existência de um fato. A autoaceitação é a condição prévia para uma mudança, pois enquanto não aceitarmos como realidade uma conduta, não seremos capazes de modificá-la e teremos grande probabilidade de que a conduta se repita.” (Diná P.O.L.Aguiar, p.48)
“Será a autoaceitação que determinará o sentido a seguir.
Podem surgir 3 caminhos:
1. Não ocorre autoaceitação
O resultado será a negação da realidade.
Viver na fantasia.
Viver inconscientemente.
A pessoa não tem um conceito adequado de si mesmo. Pode ser uma pessoa bela e achar-se feia, pode estar magra e ver-se gorda, pode ser inteligente e crer-se “burra” ou tudo ao contrário, achar-se o máximo.
2. Autoaceitação NegativaOcorre o que chamo de “Filosofia da Gabriela”: “Eu nasci assim, vou viver assim, vou morrer assim”.
O resultado será: acomodação, frustração,
depressão, suicídio físico, emocional, espiritual, profissional.
Como a pessoa acredita que ela é assim e não tem jeito, “pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto”, ela entende que não tem porque lutar. Esquece-se que não é um pau, mas um ser humano importante para o seu Criador. Um ser dinâmico, em constante construção.
3. Autoaceitação Positiva
“Toda a verdade passa por três estágios: primeiro é ridicularizada. Segundo enfrenta uma violenta oposição. Finalmente, é aceita como evidente.” - Arthur Schpenhauer –
Está bem. Este sou eu, mas ... ... Vou viver Autenticamente.
“... Bem-aventurado aquele que não se condena naquilo que aprova.” (Romanos 14:22) ” (Diná P.O.L.Aguiar, p.48)
“Autenticidade fala de coerência entre o que pensamos, sentimos e o que demonstramos com nossas atitudes e ações.
Ser autêntico é afirmar nossos desejos e necessidades; é falar a verdade sobre o que pensamos ou sentimos; é permitir que os outros conheçam quem verdadeiramente somos.
... Ser autêntico é não usar máscaras. O que não nos impede de ser discretos ou recatados.
... Quem está preocupado em agradar aos demais, não pode ser autêntico! ...
Este sou eu, mas ... ... Vou viver Responsavelmente.
“Tudo o que te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças...” (Eclesiastes 9:10)
Aqui o Senhor Deus nos ensina que o nosso parâmetro somos nós mesmos. Não temos que realizar igual ou melhor que ninguém, mas a nossa medida é a nossa capacidade.
Viver responsavelmente é buscar realizar o melhor de cada um de nós mesmos.
Isto nos libera de uma carga enorme, pois o nosso melhor pode ser muito inferior que de outras pessoas. Mas ao mesmo tempo nos chama a uma responsabilidade também enorme, pois podemos estar fazendo melhor que a maioria, mas não estarmos fazendo o nosso melhor.” (Diná P.O.L.Aguiar, p.49)
“Nesse processo de construção da autoestima, é necessário que pensemos em termos de ações específicas.
Viver conscientemente, responsavelmente significa saber o que FAZER.
Para crescer precisamos aprender novas condutas.
Como e em quais aspectos atuaríamos de forma diferente?
Viver responsavelmente é parar e pensar:
Muito bem: Este sou eu!
O que não posso mudar?
O que eu posso mudar?
Pois se não estou esperando um milagre ou que outros façam por mim, será necessário uma pergunta inevitável: Como posso construir um futuro diferente desta realidade? ...
Segundo James Hunter, “a definição de insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter resultados diferentes!” (James C.Hunter . O monge e o executivo, p. 136. Ed.Sextante)” (Diná P.O.L.Aguiar, p.50)
"Hoje eu sou fruto do Passado!
Hoje eu construo meu futuro!
Que Futuro estou construindo hoje?
A melhor coisa que sabemos a respeito do futuro ... é que ele vem um dia de cada vez.
“Os dias dos homens estão determinados , contigo está o número de seus meses; puseste-lhe limites, além dos quais não ultrapassará.” (Jó 14:5)
Nossos dias estão contados pelo Criador, não viveremos porque temos saúde, não morreremos porque estamos doente. Como não sabemos quantos anos teremos de vida, é importante que procuremos viver hoje de tal maneira a proporcionarmos qualidade aos nossos anos de vida.
“A tragédia maior não é a morte mas o que deixamos morrer dentro de nós enquanto vivemos.” - Stewart Emery - “ (Vitória no Sofrimento, Diná P.O.L.Aguiar, p.51)
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Desenvolvendo a autoestima - 3° Passo
Autoavaliação“O tempo é o senhor da razão”
“Depois de todas as análises feitas, as nossas avaliações devem conter algumas perguntas:
Que nota me dou?
Qual o valor penso que tenho?
Posso compreender o porquê dessa minha conduta?
Tenho conhecimento de todas as variáveis envolvidas?
Como avaliaria essa conduta se fosse outra pessoa, por exemplo, se fosse o meu melhor amigo?
Eu me julgo seguindo os parâmetros de quem?
Os meus ou os de outra pessoa?
Muitas vezes reprovamos uma conduta não porque a condenamos, mas porque contrariam nossos pais, amigos, professores ou líderes religiosos.
Precisamos entender que todas as nossas ações buscam satisfazer necessidades, mesmo que com algumas delas estejamos nos autodestruindo. A verdade é que por detrás de cada comportamento há uma busca desesperada pela sobrevivência, ou pela satisfação de uma necessidade física, emocional ou espiritual.” (Diná P.O.L.Aguiar, p.44)
“Há muito tempo atrás aprendi com Cecil Osborne em “A Arte de compreender a si mesmo”, que não estamos preparados para julgar a ninguém, nem a nós mesmos; pois muitas são as variáveis que intervêm em nosso comportamento. Nós só podemos ver o aqui e o agora. Somente Deus tem uma visão tão ampla, capaz de ver o passado, o presente e também o futuro.
Por isso Jesus nos manda: “Não julgueis”. (Mateus 7:1)
Ao fazermos nossa auto avaliação, que a façamos sem julgamento e com misericórdia.” (Vitória no Sofrimento, Diná P.O.L.Aguiar, p.45)
“Depois de todas as análises feitas, as nossas avaliações devem conter algumas perguntas:
Que nota me dou?
Qual o valor penso que tenho?
Posso compreender o porquê dessa minha conduta?
Tenho conhecimento de todas as variáveis envolvidas?
Como avaliaria essa conduta se fosse outra pessoa, por exemplo, se fosse o meu melhor amigo?
Eu me julgo seguindo os parâmetros de quem?
Os meus ou os de outra pessoa?
Muitas vezes reprovamos uma conduta não porque a condenamos, mas porque contrariam nossos pais, amigos, professores ou líderes religiosos.
Precisamos entender que todas as nossas ações buscam satisfazer necessidades, mesmo que com algumas delas estejamos nos autodestruindo. A verdade é que por detrás de cada comportamento há uma busca desesperada pela sobrevivência, ou pela satisfação de uma necessidade física, emocional ou espiritual.” (Diná P.O.L.Aguiar, p.44)
“Há muito tempo atrás aprendi com Cecil Osborne em “A Arte de compreender a si mesmo”, que não estamos preparados para julgar a ninguém, nem a nós mesmos; pois muitas são as variáveis que intervêm em nosso comportamento. Nós só podemos ver o aqui e o agora. Somente Deus tem uma visão tão ampla, capaz de ver o passado, o presente e também o futuro.
Por isso Jesus nos manda: “Não julgueis”. (Mateus 7:1)
Ao fazermos nossa auto avaliação, que a façamos sem julgamento e com misericórdia.” (Vitória no Sofrimento, Diná P.O.L.Aguiar, p.45)
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Desenvolvendo a autoestima - 2° Passo

“Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã.” – Victor Hugo –
“O segundo passo no processo de construção da autoestima é a formação do autoconceito.
Inicialmente o autoconceito foi estudado por filósofos e teólogos. Desde 1890, com William James até 1940, o construto autoconceito ficou praticamente esquecido no contexto da psicologia. A partir de 1940 com o surgimento da psicologia como ciência é que as formulações de W. James sobre o autoconceito passaram a ter relevância para a Psicologia.
William James foi o primeiro a analisar o autoconceito desde o ponto de vista psicológico. Em 1890, em “The Principles of Psychology”, propõe um modelo multidimensional e hierárquico para o auto-conceito, onde realçou sua natureza social.
W.James identificou 4 componentes de importância decrescente para a formação da autoestima: self (si mesmo) espiritual, material, social e corporal, e atribuiu-lhes categoria descritiva e avaliativa.
Apresentou a seguinte fórmula: a Determinação do Valor Pessoal seria o quociente entre os níveis de desempenho e as expectativas da pessoa.” (Diná P.O.L.Aguiar, p. 31)
“Creio que a classificação dos reinos deveria ser: mineral, vegetal, animal e humano.
Não creio que deveríamos fazer parte do reino animal.
Penso que formamos parte de outro reino: o reino humano. Por isso nunca se encontrou o “elo perdido” entre o reino animal e o homo sapiens.
Em todos os reinos, os diferentes gêneros e espécies, apresentam muitas diferenças. Assim vemos peixes de todos os tipos: pequeninos, fininhos, larguinhos, compridinhos, grandes e imensos. O mesmo se passa com os cães, com as borboletas, com diferentes espécies de árvores, flores e frutos.
Esse mesmo fenômeno ocorre com os humanos, existem pessoas dos mais diferentes tipos físicos: uns são altos, de complexão mais robusta, outros são baixos, outros de complexão mais delicada. Encontramos seres humanos com os mais diferentes tons de pele, tipos de cabelo, entre outras características.
Quando nossa aparência física não está de acordo com o modelo valorizado em nosso tempo, o autoconceito poderá ser mais afetado.
Mas este fato não é determinante, pois vemos jovens ou pessoas em geral, com a aparência física dentro dos moldes exigidos pela beleza do seu tempo e ainda assim desenvolvem um baixo autoconceito. ...
Do conhecimento que tenho a meu respeito, eu formo o meu conceito, isto é, o que eu penso de mim.” ...
“A beleza é uma percepção vivenciada de alma para alma. Uma pessoa muito linda desde o enfoque do padrão da beleza cultural, pode ser vista como “feia” depois de algum tempo de convívio. Por outro lado, uma pessoa fora dos padrões culturais de beleza, pode ser percebida como linda pelas pessoas com quem convive. E isso é maravilhoso, pois nosso cônjuge pode continuar nos vendo “lindos” mesmo quando a beleza da juventude já vai longe...
Sim, a beleza está no fundo dos olhos de quem vê!” (Diná P.O.L.Aguiar, p.35-36)
O autoconceito modela nosso destino: a visão mais profunda que tenhamos de nós mesmos influi sobre todas as nossas escolhas e decisões mais significativas e modela o tipo de vida que nos criamos.
Pensamentos geram Sentimentos, que geram Ações.
“Muito do nosso autoconceito vem da nossa infância.
Temos dentro de nós um Eu Criança.
Quando era muito pequena aprendi na Palavra de Deus:
“... tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Filipenses 4:8)
Anos mais tarde entendi a razão deste ensinamento:
“Somos o que pensamos que somos.”Paráfrase de Provérbios 23:7
Somos o que pensamos que somos, pois pensamentos geram sentimentos que geram ações.
O nosso maior tesouro, o que temos de mais valioso são os nossos pensamentos.
Se pudéssemos avaliar a importância de nossos pensamentos para a nossa saúde mental e consequente saúde física, financeira, social, relacional ....
Não permitiríamos que nenhum mal pensamento se alojasse em nossa mente.
Mas como conseguir ter sempre pensamentos positivos, pensamentos que edificam?
Cuidando do que vemos, lemos, ouvimos, conversamos.
Para uma pessoa desfrutar de saúde mental necessita ter seu Eu Criança feliz, seguro, confiante.” (Vitória no sofrimento,Diná P.O.L.Aguiar, p.37-38)
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Desenvolvendo a autoestima.
Com base no meu livro “Vitória no Sofrimento”, apresentarei uma série de estudos sobre o desenvolvimento da autoestima.
Meu desejo é que possa, de alguma forma, contribuir com seu crescimento como pessoa humana.
“Não importa que problema tenhamos, ou que dificuldades precisamos superar, todos necessitamos ter uma autoestima forte, para assim vencermos os percalços da vida.
Segundo Dr. Gonzalo Musitu Ochoa, a construção da Autoestima é a culminação de um processo que inclui vários passos. Para se alcançar o passo seguinte é necessário ultrapassar o passo anterior. (Musitu, G. Ochoa, 1991)” (Diná P.O.L.Aguiar, p. 24)
Os passos da Construção da Autoestima seriam:
1. Autoconhecimento
2. Autoconceito
3. Autoavaliação
4. Autoaceitação
5. Autorespeito
6. Autoestima
1° Passo – Autoconhecimento
“Nada podes ensinar a um homem. Podes apenas ajudá-lo a descobrir coisas dentro dele.” - Galileu Galilei, 1698 –
“Autoconhecimento é o conhecimento que se tem de si mesmo.
Adquirir autoconhecimento significa viver conscientemente.
Em que nível de consciência estou vivendo?” ...
“Viver conscientemente é procurar descobrir quais pensamentos estão por detrás de cada tristeza, desânimo, frustração; não importando quão dolorosa possa ser a situação, mas enfrentar a verdade, a realidade dos fatos.
Viver conscientemente é lutar pela independência a todos os níveis, é ter uma atitude ativa frente à vida , é correr riscos, é buscar o conhecimento, é reconhecer os erros e procurar corrigí-los, é ser honesto consigo mesmo, enfrentar nossas verdades, nossas dores, nossos desejos.
Viver conscientemente é procurar no presente a realização de grandes sonhos.” (Diná P.O.L.Aguiar, p. 26-28)
"Autoimagem ou o como nos vemos, funciona como um espelho. Eu me percebo como percebo que os outros me percebem. Quando olho para o próximo, me vejo como ele me vê. Ou como eu penso que ele me vê. O próximo funciona como um espelho que reflete minha imagem, a partir desta percepção vai formando a minha autoimagem!
O valor deste “espelho” é maior ou menor em função do momento evolutivo em que estou vivendo:
- Uma criança pequena crê cegamente no que diz seu papai, sua mamãe, seu irmão mais velho, seu professor...
- Para um adolescente, o que tem valor é o que diz seu grupo de amigos.
- Um adulto imaturo está muito preocupado ou dependente do que as demais pessoas pensam.
- Um adulto maduro, ainda que leva em conta os pensamentos dos demais, o fará com um juízo crítico.
O adulto maduro pode corrigir a metáfora do espelho.
Exemplo:
Se alguém lhe diz: “você é um gênio”!
- Ele sabe que não é um gênio!
Se alguém lhe diz: “Você é um idiota”!
- Ele sabe que não é um idiota!
O que as pessoas falam não afeta tanto a autoimagem e consequentemente a autoestima de um adulto maduro!" (Diná P.O.L.Aguiar. p.30)
Meu desejo é que possa, de alguma forma, contribuir com seu crescimento como pessoa humana.
“Não importa que problema tenhamos, ou que dificuldades precisamos superar, todos necessitamos ter uma autoestima forte, para assim vencermos os percalços da vida.
Segundo Dr. Gonzalo Musitu Ochoa, a construção da Autoestima é a culminação de um processo que inclui vários passos. Para se alcançar o passo seguinte é necessário ultrapassar o passo anterior. (Musitu, G. Ochoa, 1991)” (Diná P.O.L.Aguiar, p. 24)
Os passos da Construção da Autoestima seriam:
1. Autoconhecimento
2. Autoconceito
3. Autoavaliação
4. Autoaceitação
5. Autorespeito
6. Autoestima
1° Passo – Autoconhecimento
“Nada podes ensinar a um homem. Podes apenas ajudá-lo a descobrir coisas dentro dele.” - Galileu Galilei, 1698 –
“Autoconhecimento é o conhecimento que se tem de si mesmo.
Adquirir autoconhecimento significa viver conscientemente.
Em que nível de consciência estou vivendo?” ...
“Viver conscientemente é procurar descobrir quais pensamentos estão por detrás de cada tristeza, desânimo, frustração; não importando quão dolorosa possa ser a situação, mas enfrentar a verdade, a realidade dos fatos.
Viver conscientemente é lutar pela independência a todos os níveis, é ter uma atitude ativa frente à vida , é correr riscos, é buscar o conhecimento, é reconhecer os erros e procurar corrigí-los, é ser honesto consigo mesmo, enfrentar nossas verdades, nossas dores, nossos desejos.
Viver conscientemente é procurar no presente a realização de grandes sonhos.” (Diná P.O.L.Aguiar, p. 26-28)
"Autoimagem ou o como nos vemos, funciona como um espelho. Eu me percebo como percebo que os outros me percebem. Quando olho para o próximo, me vejo como ele me vê. Ou como eu penso que ele me vê. O próximo funciona como um espelho que reflete minha imagem, a partir desta percepção vai formando a minha autoimagem!
O valor deste “espelho” é maior ou menor em função do momento evolutivo em que estou vivendo:
- Uma criança pequena crê cegamente no que diz seu papai, sua mamãe, seu irmão mais velho, seu professor...
- Para um adolescente, o que tem valor é o que diz seu grupo de amigos.
- Um adulto imaturo está muito preocupado ou dependente do que as demais pessoas pensam.
- Um adulto maduro, ainda que leva em conta os pensamentos dos demais, o fará com um juízo crítico.
O adulto maduro pode corrigir a metáfora do espelho.
Exemplo:
Se alguém lhe diz: “você é um gênio”!
- Ele sabe que não é um gênio!
Se alguém lhe diz: “Você é um idiota”!
- Ele sabe que não é um idiota!
O que as pessoas falam não afeta tanto a autoimagem e consequentemente a autoestima de um adulto maduro!" (Diná P.O.L.Aguiar. p.30)
Assinar:
Postagens (Atom)